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Global Summit debate futuro da telemedicina no Brasil

Artigo Global Summit debate futuro da telemedicina no Brasil
Data:

13/05/2019

 

Cerca de 1.500 pessoas participaram da primeira edição do Global Summit Telemedicine & Digital Health, evento internacional realizado entre os dias 3 e 6 de abril no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP).

Organizado pela Associação Paulista de Medicina (APM), o evento reuniu 123 palestrantes vindos de 13 países, que compartilharam suas experiências em mercados mais desenvolvidos. Entre os nomes de destaque, o oncologista Daniel Kraft, presidente de medicina da Singularity University e fundador do projeto Exponential Medicine, e o ex-presidente da American Medical Association, Robert Wah.

“O Global Summit superou nossas expectativas tanto no número de participantes como na reação dos congressistas sobre a qualidade e a diferenciação do conteúdo. Além disso, os palestrantes vieram aqui e constataram que já há [no Brasil] coisas diferenciadas do ponto de vista da saúde digital”, disse Jefferson Fernandes, presidente do Conselho Curador.

O tema-chave no congresso foi o futuro da telemedicina no Brasil. Embora ainda enfrente críticas de entidades médicas, o uso de novas tecnologias na saúde, como teleconsultorias e teletriagens, já é uma realidade no país em serviços públicos e privados. Além deste debate, temas relativos à ciência e tecnologia, como inteligência artificial, medicina exponencial e a influência dos aplicativos de mensagem na relação médico-paciente, deram a tônica das palestras.

“Procuramos trazer temas e conteúdos que subsidiem e preparem o médico para essa discussão tão rica e de grande transformação na saúde”, explicou o diretor de Tecnologia da Informação da APM e presidente da Comissão Organizadora do evento, Antonio Carlos Endrigo. “É uma transformação que vai influenciar sobremaneira na relação dele com os pacientes.”

O primeiro dia do congresso teve apenas palestrantes nacionais e foi dedicado a painéis e minicursos. Já no restante da semana, as conferências de abertura foram ministradas por especialistas internacionais: Bernie Elliot, representante da Associação Americana de Telemedicina, no dia 4, e Daniel Kraft (na foto acima), da Singularity University, no dia 5, ambos dos Estados Unidos; e o inglês Vishen Ramkisson, coordenador do NHS Digital (programa de telemedicina do Serviço Nacional de Saúde britânico), no dia 6.  Também foram realizados 29 painéis de exposição – cinco deles internacionais –, abordando desde educação e saúde digital a telepsicologia e empreendedorismo, e um hub tecnológico, onde foram debatidos temas relativos a tecnologia e serviços digitais.

“Foi um evento realmente global”, analisou Kraft, que fez uma das conferências mais esperadas no congresso. “Com isso, o futuro da telemedicina pode ser cada vez mais compartilhado em diferentes partes do mundo. Venho do Vale do Silício [nos Estados Unidos] e é bom saber o que tem sido feito na África ou em Hong Kong. Cruzamos informações e não precisamos reinventar a roda. Também algumas inovações e startups desenvolvidas aqui no Brasil puderam ser traduzidas do português para inglês ou chinês”, concluiu.

Os participantes, por sua vez, se mostraram satisfeitos com o Global Summit. Na pesquisa de satisfação organizada pela APM e pelo Transamerica Expo Center, 97% dos congressistas demonstraram interesse em participar de uma segunda edição em 2020.

“Para o ano que vem, queremos trazer mais profissionais, empresas e representantes da sociedade médica. Também queremos uma maior presença de profissionais dos países vizinhos, como Argentina, Chile, Peru, entre outros. Nossa proposta é que este seja o congresso de maior relevância no tema na América Latina”, explicou Fernandes.

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